O ativo no momento sobe cerca de 3% no pregão atual (08/10/2010, cotado a 6,82). Alguns motivos explicam a subida hodierna. Vale ressaltar, em primeiro lugar, o forte crescimento nas vendas contratadas no terceiro trimestre, vis-a-vis o mesmo trimestre do ano passado, cuja expansão foi de cerca de 800%.
Bom, se levarmos em conta que o P/L da companhia é de 5,69 e que o resultado do 3° trimestre de 2009, o qual será excluído no cálculo do P/L ao ser divulgado o resultado do 3° trimestre de 2010, foi negativo em mais de 66 milhões, reforça-se a ideia, com a notícia divulgada de que o lucro por ação irá aumentar. Como o P/L já está baixo, o aumento no lucro por ação irá reduzir ainda mais o P/L do ativo. Aumentando a atratividade da ação.
Outrossim, o P/VPA da ação é inferior a 1, cotado em 0,97. Dentro do setor de construção civil, está entre os mais baixos, juntos com a INPR3 e a CRDE3, ambas de baixa liquidez. Sua margem líquida é das mais elevadas no setor, em 17,36% e seu retorno sobre o patrimônio também dos mais elevados, em 17,08%.
Desde 23 de setembro tem-se registrado uma forte queda no número de aluguéis de ações. Este era de 107.800 em 23/set e fechou ontem em 81.600 pedidos. O que demonstra que o mercado vem apostando em uma subida do ativo, reduzindo as perspectivas de manter uma posição vendida.
É um ativo para se acompanhar com carinho, tanto para uma operação curta, quanto para uma operação mais alongada. Isso porque seus fundamentos são consistentes. Não obstante, vale um olhar acurado sobre o fato de que houve queda no seu banco de terrenos, entre o 3º trimestre desse ano e o do ano passado, em 1,1%. Isso pode forçar a empresa a elevar seus custos futuros, na medida em que precisa recompor seu estoque de terrenos para novos empreendimentos.
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